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Medicina do Futuro
Diagnóstico, evidência e cuidado em uma era de excessos
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Vivemos uma época em que nunca se diagnosticou tanto.
Avanços tecnológicos, testes genéticos, rastreamentos preventivos e a popularização do autodiagnóstico transformaram profundamente a forma como entendemos saúde e doença. Mas esse avanço levanta uma questão central: todo diagnóstico é, de fato, benéfico?
Neste livro, a médica e neurologista Suzanne O’Sullivan analisa criticamente a cultura contemporânea do diagnóstico. A partir de casos reais, pesquisas médicas e décadas de prática clínica, ela questiona suposições amplamente aceitas: a crença de que diagnosticar precocemente é sempre melhor, de que exames são mais confiáveis do que a avaliação médica e de que mais informação necessariamente leva a melhores decisões de saúde.
A autora examina diagnósticos como autismo, TDAH, câncer genético, doença de Lyme, Covid longa e condições neurodivergentes, além do impacto do crescimento do autodiagnóstico e da influência das redes sociais na definição de novas doenças. O livro também discute os limites éticos e práticos dos diagnósticos em crianças e bebês, bem como os custos físicos, emocionais e sociais do excesso de medicalização.
Uma obra essencial para compreender como as fronteiras entre saúde e doença estão sendo redefinidas e por que encontrar equilíbrio é hoje um dos maiores desafios da medicina moderna.
| Acabamento | Brochura |
|---|---|
| Páginas | 320 |
| Data de publicação | 10/04/2026 |
| Formato | 22.5 x 15.5 x 1.5 |
| Lombada | 1.5 |
| Altura | 1.5 |
| Largura | 15.5 |
| Comprimento | 22.5 |
| Tipo | pbook |
| Número da edição | 1 |
| Subtitulo | Diagnóstico, evidência e cuidado em uma era de excessos |
| Classificações BISAC | MED018000; PSY036000; PSY063000 |
| Classificações THEMA | JM |
| Idioma | por |
| Peso | 0.5 |



