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Este livro propõe um giro radical na forma como o Funk é analisado e vivido. Aqui, não se parte das tradições da musicologia europeia, mas sim das pistas, dos bailes (ou “fluxos”) e das potências criativas das favelas. Surge, então, o conceito de putologia avançada – uma forma de criação que não apenas desafia padrões estéticos, mas também questiona a moral dominante. Ao cantar o “proibido”, os funkeiros escancaram a hipocrisia social, criam espaços de prazer e potência para corpos historicamente violentados e afirmam: também somos complexos, também pensamos, também inventamos. Assim se constrói uma crítica profunda à pedagogia musical conservadora, à lógica acadêmica excludente e ao racismo estrutural que molda o gosto e o juízo estético. A partir da vivência direta com os sons das favelas, o autor convida o leitor a repensar tudo o que se imagina saber sobre o gênero: suas batidas “sujas”, suas letras polêmicas e, principalmente, a forma como tudo isso incomoda quem não está acostumado a escutar a periferia falando (e dançando) alto.
| Páginas | 184 |
|---|---|
| Data de publicação | 26/01/2026 |
| Formato | 23 x 16 x 1.5 |
| Largura | 16 |
| Comprimento | 23 |
| Tipo | pbook |
| Número da edição | 1 |
| Subtitulo | O Funk de pernas abertas: Como sexo, política e música se misturam |
| Classificações BISAC | MUS049000 |
| Classificações THEMA | AV |
| Idioma | por |
| Peso | 0.286 |
| Lombada | 1.5 |
| Acabamento | Brochura |
| Altura | 1.5 |
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